A Tendência do Compartilhamento

Alguns estudos apontam uma tendência dos serviços de compartilhamento como uma nova forma de relação tanto social como da economia no contexto mundial.

Em grandes cidades, como São Paulo, há empreendimentos onde os apartamentos não possuem área de serviço, a mesma é compartilhada entre todos os moradores. Há também locais onde o prédio oferece bicicletas para o uso dos condôminos. É de conhecimento público esta tendência de residências cada vez menores, onde os proprietários devam buscar o lazer e o serviço de forma repartida no próprio local ou fora.

Para Octávio Flores, diretor de incorporação da construtora Gafisa, o sucesso de serviços como Uber e Airbnb serviu de exemplo ao setor imobiliário. “As pessoas estão mais interessadas no direito de uso em vez do direito de posse”. O público disposto a dividir espaços e serviços é formado hoje, em sua maioria, por jovens solteiros ou casais sem filhos. Mas as construtoras apostam que o hábito de compartilhar chegará a todas as idades.

compartilhamento

Bicicletário compartilhado no Jardim das Perdizes em São Paulo

Existem conceitos da economia social, que dizem respeito a este novo contexto da população, se referem à necessidade do ser humano de se relacionar e socializar. Há uma tendência de surgimento de um novo consumidor, focado em compartilhamento, onde a procura por serviço se torna mais intensa do que o acúmulo de bens.

Assim, cria-se a necessidade das organizações buscarem opiniões e sugestões constantemente para suprir as necessidades dos seus públicos, os atendimentos devem ser cada vez mais personalizados. Entretanto, sem abandonar as interações sociais que os indivíduos carecem.

A ideia da economia compartilhada também é sustentável, pois transforma o que temos e não usamos em algo compartilhável através da troca entre todas as partes envolvidas: quem recebe, economiza; quem dá, recebe, e o meio ambiente agradece, pois diminui os impactos com a natureza de produção de um produto novo (reciclar, reutilizar e reduzir gasta menos energia e materiais do que começar do zero).

Deste modo, o Clube pode tornar-se um atrativo aos adeptos do compartilhamento. Tendo em vista que condomínios onde há estrutura de piscinas, playground e quadras de esporte possuem valores de condomínios bastante altos, a procura de famílias por espaços onde encontrem lazer e prática de esportes de forma compartilhada pode ser uma tendência. Principalmente com a ascensão de novos empreendimentos onde os espaços são menores e não há grandes estruturas, fazendo com que moradores busquem o lazer com facilidade e baixos custos.

 

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